Terror
Nos filmes as “mocinhas “nunca correm pra o lugar correto,
Abjeto meus sentimentos,
Porque eles não cabem,
Porque será que sinto o cheiro do medo,
Me mostro crua, praticamente vertendo sangue dos poros,
Enquanto digo claramente,
Você não me quer.
Mas seu medo de perder a fantasia que me colocou é ainda mais
forte e permanece,
Nesse estado de caos,
Eu observo a vastidão do abismo, nas suas palavras,
Eu não performo amor,
Minha ética não permite,
Mas posso ter carinho até por predadores,
Porque cada um tem seu papel,
E o meu não é mexer na essência alheia,
Sinto falta de ser realmente desejada,
Porque o vento me toca,
E me causa dores,
Te falta coragem,
E na minha vida amores.
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