Nem Nada Escada Cima e baixo, Afago,pele, contato. Você aparentemente sente, Os olhos projetam, E nessas sinapses, Coisas apesar de serem coisas, Querem também, Serem vistas... Imagem,ver ,sentir Aquela margem, Ah! Eu era um ser de tão juvenil, Obcecado naquele controle, A cada 3 passos tem um buraco, Aquele buraco fundo, Buraco que engole o mundo. O olhos de serem vistos, Cansaram, Partes de um holograma que repete, Se mantenha inteira, Não pise descalço, há vidro naquele chão. É uma pena que hoje,descobri eu ,nas mais certeiras representações do passado longínquo. Que cada parte de mim tem representações que eu nunca apresentei, Que ainda vivo no fusquinha descendo a ladeira sem freio e todo cheio de fogo. E que reluto em assumir, que você me olhe, Contudo queria que me visse com meus olhos. Impossível! Infelizmente disso eu ja sei.