Boneca inflável 2 a vingança.
Sinto ser assoprada,
Entra ar e saí pelos buracos,
Como você consegue sofrer nesse corpo?
E o fundo da sala de aula berra,
Corpo Tão gostoso,
No médico, a foice e na sorte ouço um cuidado ao falar,
Mas você precisa se cuidar,
Me olho varias vezes e ainda não vejo....
Aparentemente minha confusão e tamanho,é um provocador voraz,
Porém o desejante,me quer no escuro,
Na marginalidade,
Sem que ninguém veja,
Talvez exagero,
Porque também não quero ninguém vendo,
Eu sim me escondo,
Quase brincando de pique e esconde,
Não acredito no querer do fetiche,
Porque não sou boneca,
Tenho carne, alma coração,
Um cérebro que contesta qualquer mentira que escreve,
Eu tenho o masoquismo,de não reagir nunca,
Mas sempre analiso,
Realmente não posso nada com isso fazer,
Mas também não quer dizer,que vou querer você.
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