março 14, 2021

Bruna

 Deixe me te apresentar,

Somos criaturas divinas,

Algumas são moldadas a marteladas,

Nos julgam as vezes, acreditamos no som do não.

Voz doce,

As vezes lembra uma criança a soar,

És tão criativa,

Inventa a ti mesma todos os dias,

Mesmo que os sons de fantasmas te assolem,

Sua fé e perserverança me encanta.


Eu te percebo,mesmo sem nunca ter te tocado,

É unico quando uma alma encontra outra parecida,

Quando de elogios me enche para que acredite em mim,

Vejo que esta canção vive dentro de ti,

E dentro de mim,

E isso me deixa feliz.

Desculpa que as vezes me fecho e não acredito em dias melhores,

Afinal acredito que só quem emerge pra vida,

É porque deu impulso no fundo do poço,

Amo sua sensibilidade e entendo profundamente seus dramas cotidianos,

Ninguém é ensinado a lidar com um furacão de emoções que algumas pessoas nascem destinadas,

E você é assim.

Leve feito a brisa,

As vezes se torna tempestade,

Tens força mulher e dons inimagináveis,

Desejo vida e coragem pra enfretar a si mesma,

E que o espelho se torne seu amigo algum dia,

E ele veja a mesma beleza que eu sinto da sua energia,

Bruna da terra do nunca,

Que nunca envelhece,

E que a Suzana nunca esquece.

Te adoro minha amiga.

Rasgando verbos.

 Rasgando verbos te percebo,

Flutuando sempre ,falando de propostas de vida que não convive realmente,

Você me incomoda tentando parecer coerente,

Me dê atenção por favor,

Tão errante sempre vive,

Essa fluência em exaltar o feminino,

Me diz que na verdade de pouco entende.

Talvez alguns ouvidos gostem,

Eu te percebo,

Te vejo,

Mas parece uma metralhadora narcisica,

Recheada de balas de drama cotidiano,

Você não era a minha metade da laranja?

O que houve?

O que ocorre nesse braço sem ninguém,

Mundo mau,chapeuzinho vermelho fluorescente,

Me devore,

Mas me deixe inteira,

Afinal a recíproca é verdadeira...?

Terremoto Individual

 Calor que me consome,

Parece que abala,

Fica,rola finge de morto!

Comandos,tão vãos na inerências da vida.


Inverte todas minhas pressuposições e some,

Pareço uma calda que um dia vai ser uma bala,

Anda tudo parado feito um mar torto,

Queria uma passagem só de ida.


Mares não entortam, tento esquecer seu prenome,

Se moldam as curvas,acabando numa vala,

Talvez visite um horto,

E pegue outra passagem que me leve a saída.

Amor não faz conta de matemática é continuação sem fim de nós mesmos,presos no eu suplicando em voz muda.

Se ame

Que eu te amo!


março 09, 2021

Pele

 Você me tocou,

Acostumada pela ausência,

Achava que a questão era essa!

Mas a verdade,

Essa algum dia da as caras,

Deixa de demência e da risada.

Eu me senti bem,

Perto da sua energia,

Não foquei no sumiço,

Mas nas sensações que tive.


Porque minha pele pegou fogo!

Eu era o carvão,

Voce era chama,

Incrível como uma noite ,

Pode assim passar,

E mesmo tanto tempo depois continuar a queimar.

Na minha lembrança as sensações fazem morada,

Porém ninguém obrigado a ficar é,

Sigo sempre em frente,

Procurando respostas de perguntas que não entendo.

Minha natureza,

Não procura mais parceiros,

Afinal sou tantas em uma,

As vezes eu sou eu,

Diferente dia,

Interpreto que me entendo,

Sinto que a chama está fraquinha agora,

Mas minha pele ainda me lembra as vezes,

Foi uma historia de uma noite,

Mais uma pagina que escrevi,

Fim.

fevereiro 10, 2021

Do mim pro eu

 Sempre perguntam de mim,

Desconheço minhas vontades,

Da mesma forma,

Que não reconheço expressões,

Talvez não saiba viver,

Essa forma utópica da minha mente,

Brigo comigo,

Me abstraio firmemente,

Não pareço querer te,

Realmente,

Afinal te criei ,brinco criando esboços formulando teu rosto,

Já esta ficando distante novamente,

Triste reviver essa rejeição contida,

Nesse meu eu retrógrado,

Nesse telão de vida,

Passa sempre o mesmo filme,

Eu bicho machucado,

Querendo correr,

Preso nesse espaço e tempo,

Do não querer,

Me rejeito,

Mesmo querendo me abraçar,

Lembro me que não caibo no flash do teu olhar,

La vem,sempre vem de novo,

Sinto aquela raiva novamente,

Você ocupa um lugar,

Que não deveria estar.