Sinto.
Em todos os espaços,
Me sinto preenchida,
De coisas difíceis de lidar,
Eu ando a meio sorrisos,
Gentileza dadas de bom grado,
Me sinto nua,despida das minhas certezas básicas,
Todo dia mudando,
Entrando em evolução,
Noutro dentro da casca que me é confortável,
Me olhando sem reconhecimento,
Quem eu sou no espelho é como me veem?
Como quero ser vista?
Melancólica,introvertida...
Tão pra dentro,
Faço piadas das desgraças vãs,
Afinal elas vem e vão,
Feito poeira,sem eira nem beira.
Esse peso ,essas lágrimas que não querem cair,
Elas são por quem?
Essa sensação que ninguém fica tempo o bastante,
Afinal, não tem final,
Ate que ao fim se chegue,sem respiração nem pensar, simplesmente deixar de existir.
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