As vezes me falta pensamento mágico.... Eu nunca sei quem está operando a minha máquina,porém essa persona não é despida de medo,sei que me agarro aos meus conceitos de vida,como uma onça com a presa nos dentes. Com força,as vezes na base do ódio. Envolta em pedras na minha torre,dependendo do humor,talvez seja um calabouço com meus grilhões enferrujados. E esse cansaço que me acomete,me sinto num tiroteio,sem colete. A dor se junta ao cansaço e me consomem,a vida cotidiana da gente nos força a aceitar as coisas como são. Eu não entendo dessa coisa que todos parecem saber,ou aceitam como fato consumado. Essa forma analítica de ver até como se sente o dedinho do pé,mas ao mesmo tempo não lembrar que tem um corpo. A vida anda sem sal nem açucar,não tem felicidade nem tristeza,tenho a concretude que me é impossivel alterar as pessoas ,eu deveria então deixar pra lá,mas sinto que não posso. Aquela guerreira de lutas perdidas,mas que mesmo sem forças ergue o escudo,e tenta atacar...