Nem todas as dores são faladas,
Apesar de sentidas,
Entre a média do que é fato,
Do que sinto em sonhos esperançosos,
Queria que sonhasse em me amar...
Sinto me desperdiçada entre as piadas que conta,
Seu sorriso insano,
E na palhaçada desse jeito infantil, ingênuo,
Parece me incapaz de me matar,
Por mais que venha tentando,
Choro em soluços, sem ninguem me ver,
Sensação de perder todo dia,
Tantas utopias criadas,
Matrix inventada,
Tem vidro no chão,
Então chora pedindo socorro,
E pelo vídro corro,
Preciso parar de me machucar,
Você é incapaz de mudar!